A segunda edição da pesquisa realizada pela Unidade de Inteligência da Economist, divulgada na revista VEJA, aponta que Mato Grosso subiu no ranking dos melhores locais para investir no país. Foram avaliados 25 indicadores em oito categorias nos anos de 2011 e 2012 .

De acordo com a Economist, o Estado passou da 14ª colocação em 2011 para a 12ª posição no último ano e também registrou uma alta de 65 bilhões para 69 bilhões do Produto Interno Bruto (PIB) de um ano para o outro.

Dentre os pontos que apontaram crescimento foram o Recursos Humanos, onde foram avaliados a oferta da mão de obra especializada, a produtividade da mão de obra e a graduação universitária. Em 2011, o índice desta categoria no Mato Grosso era 25 pontos enquanto a média nacional era 32,9 e em 2012 esses índices foram 41,7 e 38,6 respectivamente, superando a média nacional.

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Outra categoria que apresentou crescimento foi a questão de infraestrutura que passou de zero em 2011 para 12,5 no ano passado. Sendo que a média nacional passou de 22,7 para 26,9, onde foram avaliadas a qualidade da rede de telecomunicações e a qualidade da rede de estradas.

Os indicadores plano e estratégia ambiental do estado, incentivos fiscais para a sustentabilidade, regulador ambiental e qualidade de legislação ambiental, da categoria Sustentabilidade, também aumentaram e estão acima da média nacional, em 2011 o índice brasileiro era 59,4 enquanto Mato Grosso era de 75 pontos. Já no ano seguinte o Brasil subiu para 68,6 e o estado para 87,5.

Em contrapartida o quesito Ambiente Econômico, onde foram avaliados o tamanho do mercado, o crescimento do mercado, a renda per capita média e a desigualdade de renda, tanto Mato Grosso quanto o Brasil apresentaram quedas de 2011 para 2012, onde  na primeira edição da pesquisa foram pontuados 62,5 e 51,9, respectivamente, e na última edição o estado mato-grossense caiu para 50 pontos na pesquisa e o país desceu para 40,1.

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Mesmo em queda, o Estado de São Paulo ocupou a primeira colocação nas duas pesquisas, com 78,1 em 2011 e caiu para 77,1 no ano passado, em contra partida Mato Grosso subiu de 40,2 (14º) para 42,8 (12º) de um ano para o outro.

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