A Secretaria Municipal de Saúde necessita de 50 a 100 médicos para aplicar alguns projetos, contudo a falta de profissionais pode ser um entrave para execução das propostas.

De acordo com a secretária Marildes Ferreira, até o final do ano devem ser implantados no município alguns projetos, como por exemplo, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mais quatro Postos de Saúde da Família (PSF) e o funcionamento do Hospital do Municipal, mas para plena execução das propostas é preciso de 50 a 100 médicos, contudo o número de profissionais é escasso.

Atualmente o município conta com 129 médicos, entre contratados, comissionados e concursados, e para atender as necessidades da Secretaria de Saúde muitos além de trabalhar nos PSFs também realizam plantão nos Pronto Atendimento (PA). “Trabalhamos no limite mínimo de profissionais e muitos têm que atuar em mais de um posto para que a população possa ser atendida”, afirma a secretária.

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Marildes observa que o Ministério da Saúde orienta que cada médico deve atender uma média de quatro pessoas por hora para oferecer um atendimento de qualidade, porém no PA do município os profissionais atendem até 20 pacientes por hora.

Com cerca de 200 mil habitantes em Rondonópolis, cada médico é responsável por atender aproximadamente 1.550 pessoas. O problema de falta de profissionais é agravado com o fato do município ser pólo regional e oferecer suporte para as cidades vizinhas.

A secretária diz que o pagamento do município não esta fora da média nacional e mesmo assim esta difícil contratar profissionais para atender as necessidades da cidade. “Estamos negociando com um médico de Minas Gerais e outro o Pará, porém ainda precisamos de mais profissionais”, conclui.

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