Os fiscais do Procon de Rondonópolis ouviram a versão da empresa referente ao processo que apura a denúncia de supostas irregularidades nos serviços prestados pela empresa Azul Linhas Aéreas.

De acordo com o supervisor Geral do Procon, Rafael Xavier, o episódio teria acontecido na madrugada do dia 30 de julho, no aeroporto Municipal Maestro Marinho Franco, onde após uma hora de atraso, apenas alguns passageiros teriam seguido voo.

“Segundo a passageira que compareceu a audiência, o voo que partia de Rondonópolis tinha escala em Araçatuba-SP com destino a Guarulhos-SP. Porém apenas os passageiros que seguiriam para Guarulhos foram impedidos de embarcar na viagem, os outros seguiram normalmente”, contou o supervisor.

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A empresa argumentou aos passageiros que não puderam embarcar que a aeronave tinha sofrido um dano no trem de pouso e que por não possuir oficina em Rondonópolis seguiram para o destino mais próximo que era Araçatuba.

“Recebemos a denúncia e o setor de fiscalização foi acompanhar, fizemos questionamentos a empresa, mas as respostas não foram contundentes, então demos um prazo de 10 dias, para que os representantes da Azul possam apresentar sua defesa, já que não ficou claro o porque que os passageiros onde o destino era o mais próximo puderam embarcar e outros não”, explicou Rafael.

Ainda conforme Rafael, o Procon é um órgão de defesa do consumidor e investigará além do dano moral sofrido pelos passageiros a segurança oferecida pela linha aérea que embarcou as pessoas apresentando problemas técnicos na aeronave.

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