A organização da Jornada Mundial da Juventude está sendo acusada de calote por fornecedores do evento.

O diretor comercial da Recon Eventos, Reynaldo Porto, disse que tem a receber cerca de R$ 1,4 milhão pela instalação e aluguel de tendas, grades e placas de fechamento de rua -R$ 800 mil já estão com o pagamento vencido.

“Passei minha segunda-feira no 7º andar da Arquidiocese do Rio, que estava cheia de outros fornecedores que não receberam, não foram pagos pela Jornada”, disse Porto, que disse já ter recebido pagamento de R$ 1,5 milhão pelo serviço.

“Foi um serviço grande que eu estava prestando e agora a Arquidiocese vem dizer que está com problema de fluxo. Se a igreja está com problema, que o padre venda o carro dele, mas eu não posso pagar por isso porque fiz a minha parte”, disse. “Não esperava ter que passar por isso. Essa história de Deus lhe pague não dá”, afirmou.

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A organização da Jornada Mundial disse que a mudança do local da vigília de Guaratiba para Copacabana resultou em novas contratações e renegociação de alguns contratos.

“A Jornada está trabalhando para resolver as questões o quanto antes e ressalta que irá honrar todos os seus compromissos”, afirma a nota.

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