Com a presença dos senadores Blairo Maggi, Pedro Taques e Kátia Abreu, presidenta da CNA, Governador Silval Barbosa, Secretário de Políticas Agrícolas do Ministério da Agricultura, Nery Geller e deputados de Mato Grosso, recepcionados pelo presidente da Famato, Rui Prado, foi aberta na quinta-feira 08, com encerramento nesta sexta-feira 09, no auditório do Cenarium Rural, em Cuiabá, a Bienal dos Negócios da Agricultura 2013. De Rondonópolis participou o presidente do Sindicato Rural, Miguel Weber.

Na abertura do evento Prado, da Famato, afirmou, em seu discurso, que a realidade atual é que o Centro-Oeste é responsável por 42% da produção agropecuária brasileira e, em curto prazo, deverá responder por uma produção maior que todo o restante do país. Isto representa um peso considerável na balança de exportação brasileira. “Uma região altamente produtiva e sustentável com esta não pode ficar refém de gargalos como; logística deficiente; falta de mão de obra qualificada para a atividade rural; problemas de custo de royalties sobre tecnologia de produção e; questões como o encaminhamento de sucessão familiar, no âmbito das propriedades rurais. A Bienal deve traçar um painel destes gargalos e oferecer um leque de proposições para resolver estes problemas”.

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Para a senadora Kátia Abreu, presidenta da CNA Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária, a importância da Bienal está na urgência vital dos temas envolvendo a produção agropecuária brasileira. Entre estes temas cruciais está a logística: “é inconcebível produzir com eficiência e não dispor de um sistema de logística para escoar esta produção. Hoje perdemos em competitividade para quem produz menos e com menor eficiência do que nós. O estado brasileiro tem a responsabilidade urgente de criar um sistema nacional integrado de logística, que privilegie a eficiência e a competitividade internacional do produtor brasileiro”.

Em entrevista no final da Bienal o presidente do Sindicato Rural de Rondonópolis, Miguel Weber, destacou: “a Bienal discutiu as questões mais prementes da produção rural, mas também debateu temas que irão interferir na atividade produtiva, em futuro muito próximo. Temos que considerar que a produção rural é feita pela iniciativa privada que, reconhecidamente, é mais ágil, competitiva e eficiente que o Poder Público. Até porque os produtores estarão defendendo e administrando interesses globais da sociedade, como a produção de alimentos, mas também o desenvolvimento de seus próprios negócios. Cada vez mais a sociedade dependerá da eficiência do produtor rural. Não podemos nos esquecer que temos uma população mundial de mais de 7 bilhões para alimentar. O Centro-Oeste, em especial o Mato Grosso, é um dos mais importantes celeiros de alimentos do Brasil e do mundo. Isto dá a exata dimensão dos debates que aconteceram nesta Bienal da Agricultura, encerrada hoje em Cuiabá”, reiterou Weber.

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