De volta à Paraíba para descansar e repor as energias após a derrota para Cain Velásquez, no UFC 160, em maio deste ano, o peso-pesado Antônio Pezão comentou neste fim de semana o ritmo forte de lutas que enfrentou desde quando estreou no Ultimate, em maio de 2012, contra o próprio americano. O lutador, que retornou de longo período nos Estados Unidos, onde treina na American Top Team, ainda afirmou não ter nenhuma conversa em andamento para a realização de qualquer combate, porém sempre fazendo questão de ressaltar a necessidade de enfrentar adversários bem ranqueados.

– Estava precisando relaxar. Descansei pouco desde a minha primeira luta com o Cain, umas duas semanas no máximo. Quase não vim descansando de uma luta para outra. Em 12 meses, fiz quatro lutas, e isso, para um peso-pesado, é forte. Eu amo o que eu faço, mas precisava recarregar as baterias com a família, e isso foi fundamental. Não tenho a mínima ideia e nem sei quem possa ser (o adversário). A única coisa que eu pedi para o UFC foi para que me deixasse ocupado contra os melhores, mas o problema é que a maioria está com compromisso, como Frank Mir, Josh Barnett, Daniel Cormier. Tenho que estar bem treinado porque todos merecem respeito – esclareceu o lutador ao site “Tatame”.

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Antônio Pezão, que estreou como profissional no MMA em 6 de março de 2005, na vitória sobre Tengiz Tedoradze, no UKMMAC 10, na Inglaterra, não luta em território nacional desde sua primeira experiência no MMA, quando ainda era amador. Aos 33 anos e com um cartel de 18 vitórias e cinco derrotas, o peso-pesado falou sobre a expectativa de subir no octógono pela primeira vez no Brasil. Para realizar o sonho, o lutador deposita suas esperanças no card de Barueri, no UFC: Maia x Shields, em 9 de outubro, ou em Goiânia, dia 9 de novembro, no UFC: Belfort x Henderson.

– Queria lutar no final de outubro ou no começo de novembro, mas quem manda é o UFC. A torcida do Brasil é maravilhosa. Só lutei aqui uma vez, que foi meu primeiro combate na carreira, ainda sem ser profissional. Mas já acompanhei algumas edições no país e a torcida é calorosa, não existe igual. A torcida brasileira passa a energia necessária, e seria muito bom lutar com meu povo – disse Antônio Pezão.

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