ritmo de crescimento das vendas no varejo está menor. Em 12 meses desacelerou pelo sétimo mês consecutivo, mas o setor teve um desempenho melhor no segundo trimestre do que no primeiro, quando registrou pequena queda.

Dados divulgados nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o varejo restrito, que exclui as vendas de automóveis e materiais de construção, aumentou 0,5% entre abril e junho, após ter registrado recuo de 0,1% entre janeiro e março.

No varejo ampliado, que inclui aqueles dois setores, as vendas passaram de estabilidade no primeiro trimestre para alta de 1,4% no segundo.

Os setores que puxaram o crescimento do varejo no segundo trimestre foram o de móveis e eletrodomésticos, com alta de 2,2%, após queda de 1,1% no primeiro, e veículos, motos, partes e peças, com incremento de 1,2%, após recuo de 0,3%. São ambos segmentos que necessitam de crédito.

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Combustíveis e lubrificantes também se recuperaram: de queda de 0,4% no primeiro trimestre, para alta de 5,4% no segundo.

Compras menos dependentes de crédito e mais afetados pela inflação, como as de hiper e supermercados, que tem grande peso no varejo, recuaram e impediram desempenho melhor do varejo. Nesse segmento, as vendas no segundo trimestre caíram (1,1%) mais que no primeiro (0,2%).

As vendas de vestuário e calçados registraram queda de 1,3%, após alta de 1,7% nos três primeiros meses do ano. Material de construção foi pelo mesmo caminho, com queda de 0,6%, após alta de 3,2%.

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