O abate de animais quebrou recorde histórico no segundo trimestre de 2013, com 8,5 milhões de cabeças, informou nesta quinta-feira (19) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa Trimestral do Abate de Animais e Aquisição de Leite, Couro e Produção de Ovos.

O recorde anterior era do quarto trimestre de 2012, com 8,2 milhões de cabeças abatidas. No primeiro trimestre, o número caiu para 8,1 milhões, e agora subiu 5,3%. O número de cabeças abatidas em abril, maio e junho é 11,7% maior do que o do segundo trimestre de 2012.

Assim como o número de cabeças, o peso acumulado das carcaças também foi recorde, 2 milhões de toneladas. Houve crescimento de 6,1% em relação ao primeiro trimestre de 2012, e de 11,7% sobre o segundo trimestre do mesmo ano.

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O maior crescimento relativo no abate de bovinos, em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, foi registrado no Sudeste (17%), seguido pelo do Centro-Oeste (14%), Norte (10%), Nordeste (6,2%) e Sul (2,3%).

Dos 27 estados brasileiros, 20 tiveram aumento do abate, destacando-se Mato Grosso (16,3%), Goiás (26,3%) e Minas Gerais (29,6%). O Centro-Oeste ocupa as três primeiras posições no abate de bovinos, com Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.

A aquisição de leite no país cresceu 2% em relação ao mesmo período de 2012, mas caiu 6% na comparação com o primeiro trimestre de 2013. Ao todo, foram 5,3 bilhões de litros de leite e 40,9% foram adquirido por indústrias do Sudeste, sendo 26,6% do total nacional produzido por Minas Gerais.

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Nas duas bases de comparação, a aquisição de couro avançou no segundo trimestre de 2013, com crescimento de 8,5% ante 2012 e de 6,6% em relação ao primeiro trimestre de 2013.

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