O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, admitiu nesta terça-feira que poderá pautar a votação da reforma política entre os dias 23 e 27 de setembro. Ele antecipou a data depois de se reunir com representantes de entidades da sociedade civil, entre elas a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a União Nacional dos Estudantes (UNE) e o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE).

Henrique Alves recebeu uma proposta de iniciativa popular que conta com o apoio de 40 entidades e 130 deputados. “Para quem queria votar em outubro, melhor ainda [votar agora em setembro]. O importante é ter consenso”, disse o presidente da Câmara. Alves informou também que vai encaminhar esta sugestão e outras ao grupo de trabalho que está elaborando a proposta de reforma política.

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O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e a Educação da CNBB, Joaquim Mol, destacou que um dos pontos mais importante da proposta é o financiamento publico de campanha. Também ressaltou a limitação de doações de pessoas físicas até o teto de R$ 700 e a proibição de doação por pessoas jurídicas. “É fundamental, porque impediremos a corrupção e o beneficiamento. A eleição é feita de pessoas votando em pessoas.”

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