Ayrton Senna competiu por toda sua carreira com seu famoso capacete amarelo, com listras verde e azul. Nelson Piquet marcou época com seu casco branco com a gota vermelha. Tirando uma pintura especial aqui e outra ali, Michael Schumacher só mudou seu desenho para não confundir com seu companheiro na época de Ferrari, Rubens Barrichello.

Pinturas de capacetes personalizadas sempre foram marcas registradas dos pilotos da Fórmula 1. No entanto, a marca registrada da atual sensação da categoria, Sebastian Vettel, é justamente não ter uma pintura fixa. Desde sua estreia, em 2007, o tricampeão da RBR já usou mais de 50 modelos diferentes. Na vitória do GP de Cingapura do último domingo, por exemplo, o alemão usou um desenho com glitter, para brilhar no iluminado circuito de Marina Bay, na única corrida noturna da temporada. Lewis Hamilton (Mercedes) é outro que costuma inovar, lançando pinturas comemorativas com certa frequência. Fernando Alonso (Ferrari) também já usou desenhos especiais, principalmente nas corridas de Mônaco.

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Porém, a criatividade dos pilotos podem estar com os dias contados. Segundo o jornal alemão “Bild”, o comitê técnico da Fórmula 1 estuda limitar as mudanças de pinturas de capacetes. O objetivo seria para ajudar a identificação dos pilotos por parte dos torcedores que assistem aos GPs tanto das arquibancadas quanto pela TV. De acordo com a publicação, seria permitida apenas uma alteração por temporada.

Presidente não-executivo da Mercedes, o tricampeão Niki Lauda é a favor da ideia.

– Se as constantes mudanças de capacetes forem banidas, acho que será bom. Eu mesmo mal consigo diferenciar os pilotos – disse o austríaco, que sempre usou pinturas predominantemente vermelhas ao longo de sua vitoriosa carreira.

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