O agravamento da crise na Síria deve ser tema também da Cúpula do G20 (as 20 maiores economias mundias), em São Petersburgo, na Rússia. A presidenta Dilma Rousseff chega hoje (3) à cidade para participar dos debates que ocorrerão nos próximos dias e para reuniões bilaterais. As discussões ocorrem no momento em que os Estados Unidos anunciaram a decisão de uma intervenção militar na região.

Em comunicado, a organização do G20 informou que o foco das atenções da cúpula será o debate sobre o crescimento econômico e a estabilidade financeira, assim como a criação de emprego de qualidade e o combate ao desemprego.

A presença do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, é avaliada por especialistas como um esforço norte-americano para conquistar apoio à ação armada na Síria. Porém, durante os debates, Obama esbarrará em críticas e resistências da Rússia e China, países aliados da Síria e contrários à intervenção.

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Os norte-americanos dizem que têm provas da utilização de gás sarin pelas forças ligadas ao governo do presidente sírio, Bashar Al Assad. Já o governo da Rússia exige provas por parte dos inspetores das Nações Unidas e do Conselho de Segurança sobre o uso do gás na região.

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