Reserva imediato de Hulk e queridinho da torcida antes da Copa das Confederações, Lucas ainda não conquistou seu espaço na seleção brasileira. Atualmente, o atacante do PSG, de 21 anos, é, no máximo, a quarta opção do técnico Luiz Felipe Scolari para o setor que ele disputa vaga no time.

Até agora Felipão indicou que Bernard deverá ocupar a vaga deixada por Hulk, titular da posição, mas cortado por lesão. Alexandre Pato também foi usado pelo técnico, que trabalha ainda com a possibilidade de usar Ramires na função. No primeiro treinamento coletivo para os amistosos contra Austrália e Portugal, o ex-são-paulino não teve uma chance entre os titulares.

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Um dos jogadores mais assíduos na seleção desde a era Mano Menezes, com 37 convocações e 28 partidas disputadas , Lucas foi titular em sete. A última vez que começou jogando faz quase um ano, no primeiro jogo do Superclássico das Américas, contra a Argentina, no dia 20 de setembro. Desde então, esteve nas convocações, mas entrou em campo apenas com a bola rolando.

Dois fatores pesam contra o atacante. Nas últimas chances que teve, pouco fez. No amistoso contra a Suíça, por exemplo, em agosto, entrou no início do segundo tempo e jogou 29 minutos. Não deu um chute a gol, nem fez assistências para outros atacantes.

O segundo fato que atrapalha as pretensões do ex-são-paulino é a sua atual fase no PSG. Com a chegada do técnico Laurent Blanc, ele foi para a reserva nas últimas duas partidas do Campeonato Francês.

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A disputa por uma vaga no time ficou mais acirrada com a contratação de Cavani., que custou 64 milhões de euros. O uruguaio tem formado um trio de ataque com Lavezzi e Ibrahimovic no clube francês.

No última entrevista que deu, ainda na Suíça, Felipão deixou claro que chamará para a seleção jogadores que estiverem atuando em seus clubes.

“Com pouco tempo pela frente e poucos jogos, parte do processo será o de observar os nossos jogadores em seus clubes. Mas se eles não jogam, não há como observar. Não dá para observar do banco”, afirmou.

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