Sede da CDL em Rondonópolis - Foto:Varlei Cordova/AGORA MT
Sede da CDL em Rondonópolis – Foto:Varlei Cordova/AGORA MT

Todo ano, após a realização do ‘Liquidaqui’ acontece um aumento significativo das reclamações feitas pelos funcionários do comércio ao Ministério do Trabalho (MT) de Rondonópolis, por falta de pagamentos de horas extras ou exageros na jornada de trabalho durante o período de trabalho diferenciado.

Para diminuir a prática, o órgão fiscalizador propôs a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) uma reunião no último 28 de agosto, a qual ajudaria a sanar dúvidas dos empresários. Porém a presidente da CDL, Eliane Queiroga, alegou que a instituição não tem condições de reunir toda a classe empresarial e cancelou a reunião.

De acordo com Carlos Eduardo Coelho, chefe da fiscalização do Ministério do Trabalho de Rondonópolis, dois auditores já estavam preparados para palestrar aos comerciantes sobre o aumento das reclamações de funcionários do comércio após o ‘Liquidaqui’.

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“Nossa intenção era orientar os comerciantes para evitar futuras reclamações, explicando sobre horas extras e a ampliação da jornada de trabalho, no intuito de diminuir as reclamações, já que todo ano, depois da realização desse evento o número de reclamações no órgão aumenta bastante”, explicou Carlos.

Conforme o chefe de fiscalização, apesar de não ter acontecido à reunião, a fiscalização continuará normalmente, para evitar abusos cometidos pela classe patronal.

CDL

Por meio da assessoria a CDL informou que o evento ‘Liquidaqui’, está previsto em convenção coletiva do Sindicato do Comércio e que o lojista não tem como interferir na prerrogativa da convenção.

 

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