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O PR volta a se reunir nesta quinta-feira (5), para debater o processo eleitoral de 2014, e o presidente regional da sigla, deputado federal Wellington Fagundes, negou diálogo sobre rompimento com o PMDB, do governador Silval Barbosa. Para o deputado, as alianças só poderão ser debatidas quando o governador anunciar se será candidato ao Senado, ou se encerra o seu mandato. Presidente estadual do PMDB, deputado federal Carlos Bezerra, minimizou recentes críticas do PR sobre o contingenciamento das pastas estaduais.

Nos bastidores, comenta-se iminente rompimento entre PR e PMDB, com recuo do senador Blairo Maggi (PR) em disputar o governo do Estado em 2014, e suas recentes declarações à imprensa, de que teria simpatia com o projeto de candidatura ao governo do senador Pedro Taques (PDT).

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Além disto, recentemente, Fagundes criticou o contingenciamento das pastas estaduais, que tem atrapalhado os gestores, sendo que o deputado reclamou de que outras siglas não estariam contingenciadas como as do PR.

Contudo, Bezerra rebateu a afirmação alegando que o PMDB passa pelo mesmo problema e que se o governador fosse privilegiar alguma sigla, seria o seu próprio partido, mas isto não ocorre. “Apenas o que escuto de todas as pastas do PMDB é de que estão contingenciadas”, disse.

Em declarações recentes à imprensa, Fagundes e o deputado estadual Emanuel Pinheiro (PR), falaram sobre as alianças políticas, que não são “eternas”. Contudo, Fagundes nega debater rompimento com o governo.

O presidente do PR avalia que possui uma relação de governabilidade com o PMDB, e que o encontro volta a debater processo eleitoral, mas que a gestão do engessamento das pastas sempre vem à tona. “A questão do engessamento das secretarias sempre é debatido, mas possuímos uma relação de governabilidade com o PMDB, a relação político-eleitoral só será debatida quando o governador anunciar o seu posicionamento em 2014, se será candidato ou se encerra seu mandato”, explicou.

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Para Bezerra, o PR está muito bem no governo. “O PR possui muitas secretarias, está totalmente contemplado, mas o problema de contingenciamento é vivido por todas as pastas, inclusive as do PMDB. Não existe privilégio, o aperto de cintos é geral”, argumentou.

Conforme Bezerra, a expectativa é de manter unida a base aliada para 2014. “O PR faz parte das bases nacional e estadual, e a intenção é manter a base aliada, para disputar as eleições de 2014.

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