Loiras, altas, corpos esculturais, pele bronzeada, biquíni… Quem vê Mari Paraíba e sua parceira, Natasha Valente, nas areias pelo Circuito Nacional de Vôlei de Praia, encontra muitas semelhanças entre as duas, que têm sido consideradas a mais bela dupla da modalidade.

O que as ‘difere’, porém, é a personalidade. Mari Paraíba, além de boas atuações na Superliga, ganhou notoriedade ao ser capa da Playboy em 2012. Natasha, por outro lado, adota um tom bem mais discreto e descarta qualquer possibilidade de ensaios sensuais.

“Não recebi (propostas) e não aceitaria (se recebesse). Já fiz alguns trabalhos, mas todos relacionados ao vôlei. O último foi uma campanha de marca esportiva”, afirmou a jogadora, de 24 anos, ao UOL Esporte.

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O perfil das duas atrai o olhar de quem assiste aos jogos. E ouvir cantadas é inevitável. Natasha, porém, não se mostra incomodada com os frequentes elogios que ouve ao lado de uma das musas do vôlei brasileiro.

“Escutamos algumas coisas da torcida, mas nada que falte com o respeito. Algumas pessoas elogiam, falam que somos bonitas. Eu lido bem, mas não é nada desrespeitoso. Então é tranquilo e levo numa boa”, disse.

Ser ‘a dupla mais bonita’ também não é o objetivo de Natasha e Mari. Recém-formada, a parceria pretende somar pontos nos rankings e ser conhecida não pela beleza, mas sim pelo desempenho dentro de quadra.

“(Risos) É bacana saber disso, mas não é nada demais. Nosso objetivo não é competir para ser o time mais bonito, mas sim para ser o mais eficiente. Existem muitas mulheres lindas no vôlei de praia”, completou a carioca.

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Natasha, aliás, tem outro ponto em comum com a atual parceira. Assim como Mari Paraíba, o começo dela foi no vôlei de quadra, até a mudança para as areias. Mari disputou sua última Superliga no ano passado, pelo Minas. Depois, anunciou o fim da carreira para se dedicar à carreira artística. No começo de 2013, resolveu se arriscar na praia.

Já a atleta carioca mudou no último ano de juvenil. Antes, atuou pelo Pinheiros, Banespa, Força Olímpica (de Brasília) e chegou até a ser convocada para a seleção brasileira nas categorias de base. Um dos assuntos entre as duas é a dificuldade da ‘migração’.

“Conversamos, a dificuldade é sempre a mesma. Além de manter sempre o capricho, é aprender a jogar, aprender as táticas… No vôlei de praia conta muito a experiência. É outro esporte .É preciso estar 100% concentrada, fazer tudo sempre com muito capricho. É preciso ser mais leve, dar mais atenção ao físico.”, finalizou Natasha.

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