Além da conquista de medalhas, estudantes de todo o Brasil desembarcaram em Belém para os Jogos Escolares da Juventude com o sonho de serem vistos por profissionais e quem sabe despontar no esporte. Para 24 atletas do vôlei de praia, o reconhecimento já começa a dar as caras. Em parceria com o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), a Confederação Brasileira de Vôlei anunciou, neste domingo, quem são os jovens que passarão por uma experiência de uma semana no Centro de Desenvolvimento de Voleibol, em Saquarema, no Rio de Janeiro. Os nomes foram escolhidos após uma semana de avaliações feitas pelos treinadores das divisões de base da seleção brasileira.

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Monique Rossato, representante do Colégio Nobel de Maringá, no Paraná, é atleta do vôlei de praia e de quadra e em Belém ficou com a quinta colocação, mas não esperava que a convocação para a experiência em Saquarema viesse logo na sua primeira participação na etapa de 15 a 17 anos dos Jogos Escolares.

– Eu não esperava esse resultado, fiquei muito surpresa ao escutar o meu nome e sai correndo. Eu espero treinar bastante para fazer um bom papel para representar a minha escola e a minha cidade. Eu quero aprender bastante lá e conviver com as meninas que são mais experientes que eu – afirmou Monique.

O caso de Jonas Paixão, do Colégio CEL, do Rio de Janeiro, é um pouco diferente. Selecionado pela CBV em 2011, o jovem teve um rendimento abaixo do que era esperado, mas a medalha de prata na edição deste ano lhe rendeu mais uma oportunidade.

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– Eu jogo o vôlei de praia já faz um tempo e acabei sendo convocado no ano retrasado para treinar na CBV, mas não alcancei o rendimento que eles esperavam por ser muito novo ainda. Esse ano foi uma surpresa essa convocação e espero que eles gostem da evolução que eu tive e que eu possa fazer parte da seleção – disse Jonas.

Além dos atletas, os técnicos dos estudantes convocados também participarão da semana que experiência, que acontece no começo de 2014. O treinador potiguar Paulo Silva, um dos escolhidos, falou da importância que esse tipo de projeto pode ter para o desenvolvimento dos jovens.

– Para os atletas, é uma oportunidade de vivenciar o voleibol de forma ainda mais técnica e tática. Eles estarão no centro de treinamento da Seleção Brasileira e poderão representar o país em futuras competições. Para nós, treinadores, será um privilégio buscar melhor desempenho e aprender ainda mais – explicou Paulo Silva.

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