Políticos são avessos a comentar suas fortunas, e por sempre negam que tenham 1 décimo do que aparentam ter. Caso semelhante ocorreu com o deputado cassado no esquema do Mensalão Pedro Henry, que alegou não ter dinheiro pagar a multa que a Justiça lhe imputou.

Contudo, um livro lançado pelo clunista Chico de Góis, reconhecidamente o maior colunista do Rio de Janeiro e um dos maiores jornalistas do Brasil está fazendo o maior sucesso abordando justamente este assunto: a fortuna de certos políticos.

Destaque para o rondonopolitano Wellington Fagundes (PR), que é descrito no livro como “midas em certos negócios”. Em determinado trecho, o livro destaca “É a história de um político que aumentou muito o seu patrimônio, sempre sob desconfiança de irregularidades”, relata. O Diário de Cuiabá teve acesso às 16 páginas que tratam de Fagundes. Em um trecho, Gois descreve como “muito expressivo” o incremento no total de bens declarado por ele à

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Justiça Eleitoral nas campanhas de 2006 e 2010: de R$ 681 mil para R$ 7,2 milhões, ou 958%. O livro já ‘nasceu’ como um dos best sellers da estação. Denominado “Os bens que os políticos fazem”, foi lançado nesta quinta-feira (21), e conta a história de políticos que enriqueceram no exercício dos mandatos e dedica um capítulo inteiro ao crescimento patrimonial do deputado federal .

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