Mais
    Agora MT Economia Endividamento e inadimplência voltam a crescer em outubro, diz a CNC
    ECONOMIA

    Endividamento e inadimplência voltam a crescer em outubro, diz a CNC

    Da redação com Agência Brasil
    VIA

    Depois de uma queda observada em setembro, os níveis de endividamento e inadimplência voltaram a crescer em outubro deste ano. Segundo a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio (CNC), o percentual de famílias inadimplentes no país chegou a 21,6% em outubro.

    Em setembro, o percentual havia sido 20,6%. Entre as famílias com renda até dez salários mínimos, o nível de inadimplência, ou seja, o número de pessoas que têm contas ou dívidas em atraso, foi 23,8% em outubro, ante 22,9% em setembro. Entre as famílias com renda mais alta, o percentual subiu de 10,7% em setembro para 12,3% em outubro.

    O tempo médio de atraso para o pagamento de uma conta é 59,6 dias, segundo a CNC. A maior parte das famílias (42,7%), no entanto, estava com contas em atraso por mais de 90 dias, em outubro. A pesquisa também mostrou que o percentual de pessoas com contas em atraso e sem condições de pagá-las subiu de 7% em setembro para 7,3% em outubro.

    Já o nível de endividamento chegou a 62,1% em outubro, depois de registrar 61,4% em setembro. São consideradas em dívida as famílias que compram com cartão de crédito, usam cheque especial ou pré-datado ou fazem qualquer tipo de crédito ou financiamento, mesmo que pague a conta em dia. A maior parte (73,9%) se endivida com o cartão de crédito.

    Entre as famílias brasileiras, 12,6% se dizem muito endividadas, 23,3% mais ou menos endividadas e 26,2% pouco endividadas.

    Os resultados de outubro invertem resultado da pesquisa anterior, que registrou percentual de 61,4% de famílias endividadas em setembro, o que representou uma queda em comparação a agosto (63,1%). O mesmo fenômeno foi observado em relação ao percentual de inadimplência, que alcançou 20,6% em setembro, mostrando recuo em comparação ao mês anterior (21,8%). Foi a segunda queda consecutiva no percentual de famílias com dívidas.

    Relacionadas

    Agronegócio registra superávit de US$ 43,7 bilhões até abril

    A balança comercial do agronegócio brasileiro apresentou superávit de US$ 43,7 bilhões no acumulado do ano, até abril, de acordo com o Instituto de Pesquisa...

    Eletrobras anuncia lucro de R$ 2,7 bilhões no primeiro trimestre

    A Eletrobras anunciou ter obtido lucro líquido de R$ 2,7 bilhões no primeiro trimestre de 2022. O resultado, divulgado nesta segunda-feira (16), é 69%...

    Aumento no preço dos alimentos espanta consumidores e faz feira livre encolher

    Quem gosta de comprar frutas e legumes frescos, vindos diretamente do produtor, ou colhidos no dia, já deve ter percebido que a feira não...

    Circuito Aprosoja | Comodoro será o 1° município da região Oeste a receber o evento

    A caravana do Circuito Aprosoja desembarca em Comodoro nesta segunda-feira (16), às 18h30, no Espaço Carolina. A Oeste é a terceira região do Estado...

    Trabalhadores nascidos em junho podem sacar até R$ 1 mil no FGTS

    Trabalhadores nascidos em junho já podem sacar até R$ 1 mil das contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) a partir...

    Infestação de cigarrinhas e presença de fumagina preocupam produtores de milho

    Em Mato Grosso, a alta infestação de cigarrinhas e a presença da fumagina colocam produtores de milho em alerta. O inseto e o fungo são...

    Falta de chuva | Safra de milho deve ter uma perda irreversível de 4 milhões de toneladas

    A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) informa que a safra de milho deve ter uma perda de aproximadamente...

    Brasil precisará de 9,6 milhões trabalhadores qualificados na indústria até 2025

    O Brasil precisará qualificar 9,6 milhões de pessoas até 2025 para atender necessidades projetadas pelas indústrias, de forma a repor inativos, atualizar funcionários ou...

    Renda dos caminhoneiros encolheu 11% em seis anos, aponta estudo

    Em seis anos, a renda média dos caminhoneiros no Brasil caiu 11%, passou de R$ 3.600, em 2015, para R$ 3.200, em 2021. O...

    Especiais

    Últimas

    Editoriais

    Siga-nos

    Mais Lidas