Cada pessoa possui uma maneira para saldar os compromissos essenciais e ainda satisfazer alguns desejos extras durante o ano, que surgem à medida que se depara com uma vitrine chamativa ou oferta de algum produto.

No entanto, às vezes algum acontecimento inesperado faz com que esse costume seja quebrado de uma forma intempestiva e, quase sempre esses gastos acabam refletindo de forma onerosa a habitualidade ou comportamento das pessoas, levando o trabalhador a contrair comportamentos que podem ser uma bola de neve nas contas corriqueiras das pessoas. Pois, muitas vezes essas pessoas precisam recorrer ao mercado financeiro para saldar compromissos inesperados, tais como gastos com doenças, remédios, viagens emergenciais, e etc.

Como saída, normalmente se recorre a empréstimos consignados, limite do cheque especial ou ainda dos limites dos cartões de créditos, o que compromete parte da renda destinada a pagar os bens necessários (água, luz, telefone). Passa-se a optar por essa ou aquela conta para ser paga, adiando o pagamento de outras, com a consequente geração de juros.

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Pior mesmo é quando se deixa de pagar a totalidade da fatura do cartão de crédito e paga-se apenas o mínimo da fatura, pois daí os juros vão se acumulando, a dívida fica cada vez maior, e o limite para compras cada vez menor. Considerando que as empresas começam a pagar a primeira parcela do 13º salário, este é o momento certo para que muitas pessoas consigam sair dessa situação.

É muito importante que se faça uma lista de todos os valores a serem pagos, iniciando por aqueles com maior percentual de juros. Quite-os com esse valor da primeira parcela do 13º Salário. Em seguida, se estruture para quando sair a 2ª parcela terminar de colocar em dia todas as demais contas que ainda estiverem pendentes.

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Como se sabe, os apelos do marketing são bastante agressivos nesse período do ano, no entanto, é preciso ter pés no chão para não se deixar levar pelo consumismo e com isso se endividar ainda mais.

Temos que estar atentos à questão dos presentes. Temos que pensar que normalmente queremos presentear as pessoas que são especiais e importantes para nós. No entanto, se elas são assim especiais, compreenderão caso não as presenteie por ocasião do Natal, pois elas se sentirão felizes por você estar pensando no amanhã.

Outrossim, às vezes optamos por presentes com valores superiores ao que de fato cabe nas nossas condições. Lembre-se de que presentear é uma forma de fazer a pessoa perceber que foi lembrada e nesse caso não é o valor que conta, mas sim a ação. Então, procure saber antes de ir às compras qual seria um presente útil a quem deseja manifestar a sua lembrança.

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* Luzia Felix da Silva, coordenadora e professora do curso de Ciências Contábeis do Centro Universitário Anhanguera de Campo Grande

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