Oficina de musicalização viola de cocho ganzá e mocho de siriri. Foto da assessoria
Oficina de musicalização viola de cocho ganzá e mocho de siriri. Foto da assessoria

A viola de cocho tem origem portuguesa, porém foi abrasileirada na madeira, nas cordas e no jeito de tocar. É característica marcante da cultura mato-grossense e deu vida aos ritmos pantaneiros do cururu e do siriri, usados nos folguedos populares onde homens, mulheres e crianças se juntam para celebrar, em manifestações populares como a dança de São Gonçalo, folião, ladainha, rasqueado limpa banco (ou rasqueado cuiabano) e em festas religiosas tradicionais.

Com a intenção de preservar esta tradição e proporcionar o contato àqueles que ainda não o tiveram com o instrumento, está sendo ministrada em Barra do Bugres, pelo professor Tomaz Floriano (Cuiabá), a oficina de musicalização viola de cocho ganzá e mocho de siriri. As aulas comearam na sexta-feira (8), na Escola Estadual Júlio Müller, e prosseguem todas as sextas-feiras, até o dia 10 de dezembro.

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Entre as madeiras usadas para a fabricação da viola de cocho estão a mangueira, cajá manga, imbiruçu, consideradas madeiras macias, que proporcionam uma excelente ressonância. O instrumento possui cinco ordens de cordas, denominadas prima, contra, corda do meio, canotio e resposta.

A oficina de musicalização conta com apoio da Prefeitura de Barra do Bugres, por meio do Departamento de Cultura.

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