Representantes das Centrais Sindicais e os movimentos sociais protestam logo mais, às 10h, em frente ao prédio do INSS em Cuiabá, cobrando principalmente o fim do fator previdenciário. A mobilização é nacional. “É uma forma injusta de calcular a o valor das aposentadorias que provoca perdas salariais até de 40% aos trabalhadores. Prejudicando, especialmente, os trabalhadores que ingressam muito jovens no mercado de trabalho”, explicou bancário João Luiz Dourado, presidente da CUT-MT. O fator considera o tempo de contribuição, idade e expectativa de vida para calcular o valor das aposentadorias.

Os manifestantes ainda cobram correção da tabela do Imposto de Renda. De acordo com assessoria, segundo estimativa feita pelo DIEESE, a correção da tabela pela inflação (IPCA) de 1996 a dezembro de 2013 (61,24%), elevaria os atuais limites de isenção de todas as faixas de renda. “A CUT e as demais centrais reivindicam a correção da tabela e, também, a criação de uma nova faixa de tributação para rendas muito elevadas. Quem ganha menos deve pagar menos; quem ganha mais deve pagar mais”, é reivindicado.

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Ainda é cobrada redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais; não aprovação da PL 4330, PL da terceirização; justa correção do FGTS; regulamentação da Convenção 151 da OIT, sobre o direito à negociação dos servidores públicos; reforma agrária e fortalecimento da agricultura familiar; regulamentação do emprego das/os trabalhadoras/es domésticas/os; aprovação da Saúde +10 (PLP 321/2013), entre outros.

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