Renato Borghi é Tito Tápia, papel interpretado por Pedro Paulo Rangel em São Paulo (Foto: João Caldas)
Renato Borghi é Tito Tápia, papel interpretado por Pedro Paulo Rangel em São Paulo (Foto: João Caldas)

Depois de grande sucesso em São Paulo, o espetáculo “Azul Resplendor”  tem estreia programada para o Rio no dia 9 de janeiro, no Teatro Sesc Ginástico. Comemorando os 60 anos de carreira e 80 de vida da atriz Eva Wilma, a montagem reúne várias gerações de atores, como Renato Borghi, Dalton Vigh, Luciana Borghi, Luciana Brites e Felipe Guerra.

– O autor é brilhante, tem um profundo conhecimento sobre o nosso trabalho e faz um humor crítico ao próprio meio artístico, mas com poesia. A peça nos faz rir de nós mesmos, das nossas próprias fragilidades – salienta Eva Wilma. (Assista abaixo à entrevista de Eva Wilma no programa ‘Starte’, da Globo News).

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O texto do dramaturgo peruano Eduardo Adrianzén chamou a atenção dos diretores Renato Borghi e Elcio Nogueira Seixas enquanto realizavam o projeto Embaixada do Teatro Brasileiro (2008/2009) em países Ibero-americanos para promover o teatro brasileiro e incentivar o intercâmbio entre as dramaturgias produzidas em espanhol e português. Quando trouxeram a obra para o Brasil, Eva Wilma logo percebeu a força do espetáculo e entrou no projeto.

Blanca Estela, interpretada por Eva Wilma, é uma grande dama do teatro afastada de seu ofício há mais de 30 anos. Inesperadamente, ela recebe a visita de seu mais devotado fã, Tito Tápia – vivido por Renato Borghi, que substitui Pedro Paulo Rangel na temporada carioca. Tito é um ator sem nenhuma expressão que passou a maior parte de sua vida cuidando da mãe doente e fazendo “pontas” no teatro e na televisão. De posse da herança e com uma peça de sua autoria escrita em memória da mãe falecida, ele decide procurar Blanca Estela para confessar seu antigo amor e lhe fazer uma proposta para que ela retorne aos palcos como protagonista de sua obra. Apesar de ter sido um dos maiores nomes dos palcos, Blanca alimenta um amargo desprezo pelo mundo do teatro, o que motivou sua aposentadoria precoce. Mas a grande diva decide aceitar a proposta de Tito, desde que a peça seja dirigida por um nome de peso. Surge então, Antônio Balaguer, encenado por Dalton Vigh, um gênio cercado por uma equipe que o idolatra.

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