Até as rivais confessam. A seleção brasileira feminina de handebol nunca chegou tão “cascuda” para um Mundial. Dentro do projeto visando o pódio em 2016, nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, a Confederação Brasileira de Handebol fechou parceria com o time austríaco Hypo No, que, além do técnico Morten Soubak, conta com mais seis atletas entre as 16 que estarão na Sérvia buscando um pódio inédito a partir deste sábado – o Mundial começa nesta sexta, mas o Brasil só joga no segundo dia de competição. Além do entrosamento, a seleção também chega à Europa tendo ao seu lado a melhor jogadora do mundo: Alexandra Nascimento.

Aos 32 anos, a ponteira foi eleita em 2012 a melhor jogadora do planeta e chega no auge da forma para tentar superar o 5º lugar conseguido pelo Brasil em 2011, no Mundial disputado em São Paulo. No grupo também estão duas atletas que atuam no Brasil, Amanda de Andrade, do Concórdia, campeão da Liga Nacional feminina, e a melhor jogadora do país em 2013, a central Déborah Hannah, do São Bernardo, 20 anos.

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