A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) investiu R$ 3,7 milhões nos últimos três anos para o financiamento de projetos pedagógicos inovadores nas diferentes áreas do conhecimento. Um total de 765 propostas foram selecionados por meio de Edital de Projetos e auxiliaram no processo de construção do conhecimento, potencializando capacidades visando à formação de cidadãos críticos.

“Esses projetos são estrategicamente definidos para estimular e aguçar a curiosidade da garotada. Importante frisar que sem sombra de dúvidas, a proposta deve ser desenvolvida pelo coletivo da unidade. Há sempre um professor coordenador, mas a ação é integrada”, pontua a técnica Telma Peres, da Coordenadoria de Projetos Educativos, da Seduc.

Leia também:  Jaleco Preto | Delegados mostram detalhes dos golpes do falso médico

Para o financiamento de práticas inovadoras, assim como a implantação do projeto horta pedagógica, a Seduc destina até R$ 8 mil em um único repasse às unidades para aplicação na aquisição de material de pesquisa e apoio logístico para o desenvolvido da iniciativa pedagógica. A destinação do investimento é feito via Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE).

Pautado pelo Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), ação que conta com a adesão de Mato Grosso, um total de 70 projetos na linha temática Cultura e Artes foram selecionados para o desenvolvimento em 2013. “Todos que fomentavam o acesso à leitura ou estimulavam atividades”, frisa Telma.

Pesquisa Científica

Um dos exemplos de iniciação científica que ganhou repercussão municipal, em razão da abrangência da ação de pesquisa executada trata-se do trabalho desenvolvido pelo grupo de ‘Biocenose’ da Escola Estadual Daniel Martins Moura, de Rondonópolis.

Leia também:  Nova sinalização alerta sobre limite de altura dos veículos

A pesquisa, fomentada pelo Edital de Projetos, deu origem a uma cartilha com dicas e orientações sobre plantas tóxicas, que podem ser facilmente encontradas em jardins residenciais. O trabalho do grupo de estudantes do Ensino Médio comprovou o desconhecimento da população quanto à presença de plantas nocivas à saúde em espaços residenciais.

Os estudantes confeccionaram 2,5 mil cartilhas que foram entregues à comunidade escolar e escolas da região. Para disseminar o trabalho os resultados foram apresentados nas reuniões da Sala do Educador e nas reuniões de pais e mestres.

Nova Dinâmica

Para o próximo ano, explica Telma, os novos parâmetros para a seleção dos projetos ainda permanecem em análise e, nos próximos dias, deverão ser publicados em Portaria, no Diário Oficial do Estado (DOE).

Leia também:  Por falta de chuva plantio de soja está atrasado em Mato Grosso
Advertisements

Comentários

*Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do site.