Dentro dos inúmeros planos que tem para o futuro, Esquiva Falcão espera não ter de enfrentar um adversário em especial no futuro: seu irmão, Yamaguchi Falcão, que também luta na categoria dos médios e recentemente migrou para o boxe profissional. Questionado como seria encarar uma pessoa de sua família, o mais novo dos irmãos deixou claro que não se sentiria confortável.

– Prefiro que isso não aconteça. Existem quatro associações importantes no boxe profissional. Eu fico como campeão de duas, ele das outras duas, e está tudo certo. Ele escolheu a empresa dele, eu escolhi a minha, mas continuaremos juntos – afirmou, rindo bastante, Esquiva durante a coletiva do anúncio do contrato profissional com a empresa Top Rank.

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No boxe profissional, existe outra categoria na qual irmãos também fazem sucesso. Os ucranianos Vitali e Wladimir Klitschko reinam entre os pesos-pesados. Vitali, de 41 anos, é campeão do Conselho Mundial de Boxe (WBC), enquanto Wladimir, de 37, detém o cinturão de três outras entidades: Associação Mundial de Boxe (WBA), Federação Internacional de Boxe (IBF) e Organização Mundial de Boxe (WBO).

Recentemente, o empresário Don King chegou a oferecer US$ 100 milhões (R$ 240 milhões) aos dois por um combate pela unificação dos títulos. Se depender da mãe deles, no entanto, a luta nunca vai acontecer. Ela proíbe que os dois se enfrentem, e dinheiro nenhum no mundo mudaria essa situação. Cenário que Esquiva também prefere evitar.

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– As empresas são rivais, mas nós somos irmãos. Sempre que pudermos, iremos treinar juntos. Será importante para crescermos – finalizou.

 

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