Jean Todt foi oficialmente reeleito para um segundo mandato de quatro anos como presidente da Federação Internacional de Automobilismo, após a assembleia geral anual da entidade em Paris, capital francesa. O dirigente está no cargo desde 2009, quando substituiu o britânico Max Mosley.

Todt estava enfrentando a oposição como de David Ward, mas o oponente se retirou do pleito depois de não conseguir garantir apoio suficiente para ser nomeado. Dirigente responsável pela era de maior sucesso da história da Ferrari na Fórmula 1, entre 1993 e 2007, o francês chegou ao cargo depois de derrotar o ex-piloto de rali Ari Vatanen na eleição de 2009. Antes de ingressar na Fórmula 1, em um posto que lhe deu a visibilidade e a força política necessárias para comandar a FIA, Todt tinha feito carreira como navegador e posteriormente como gestor do programa de rali e carros esporte da Peugeot.

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Vale lembrar que a FIA não cuida apenas da Fórmula 1, e sim do esporte a motor como um todo. Em sua gestão, Todt demonstrou claramente que deseja fortalecer as outras categorias, como o Mundial de Endurance e o Mundial de Rali, o que causou embates públicos com Bernie Ecclestone, detentor dos direitos comerciais da F-1, que tinha em Mosley um grande aliado para manter a categoria como estrela principal na constelação da Federação. Outra bandeira levantada por Todt foi a sustentabilidade, o que foi colocado em prática nos novos regulamentos da entidade para a Fórmula 1 e o Endurance, com motores de alimentação híbrida e a adoção de novas tecnologias.

 

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