As portas da McLaren, definitivamente, estão abertas para Fernando Alonso. Nesta semana, Ron Dennis, atual presidente do Grupo McLaren, e a principal figura que poderia vetar o retorno do bicampeão mundial à escuderia, disse que não se opõem à contratação do espanhol da Ferrari. O piloto defendeu o time inglês em 2007 e saiu brigado com Dennis no fim daquele ano por ter sido o responsável em delatar o escândalo de espionagem da McLaren a projetos do time italiano. No episódio que ficou conhecido com “Spygate”, a equipe por pouco não foi banida da F-1 por duas temporadas e acabou sendo punida com a exclusão de todos os pontos no Mundial de Construtores e uma multa recorde de 100 milhões de dólares. Por causa da polêmica, Dennis, chefe do time na época, foi forçado a se afastar do contato direto com a categoria, assumindo a presidência do grupo.

Leia também:  Cuiabá sediará torneio de luta em pé

– Qualquer obstáculo entre um time que deseja vencer e a vitória, seja ele engenheiro, financeiro ou questões humanas, pode ser resolvido.

Nunca diga nunca – disse ao ser perguntado sobre a possibilidade da volta de Alonso ao time.

Neste ano, o atual chefe do time, Martin Whitmarsh, quis assinar com Alonso, tentando se aproveitar da insatisfação pública do espanhol com a falta de reação da Ferrari em mais uma temporada. No entanto, o bicampeão reforçou seu compromisso com a escuderia de Maranello em diversas ocasiões. Apesar de Fernando ter vínculo com o time italiano até 2016, a McLaren não esconde o desejo de contar com o piloto em 2015.

 

Leia também:  União perde em casa e dá adeus ao sonho da Série C
Advertisements

Comentários

*Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do site.