Mato Grosso ocupa a 2ª colocação no ranking do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) dos estados de maiores ocorrências no Cadastro de Empregadores que submeteram trabalhadores a condições análogas às de escravo, a chamada “lista suja”.

Dos 579 nomes de empregadores, tanto físico como jurídico, flagrados na prática de trabalho escravo, Mato Grosso possui 11,23% da lista, seguido por Goiás, com 8,46%; e Minas Gerais, com 8,12%. Pará lidera o ranking com 26,08%.

Na última atualização semestral foram inclusos 108 novos empregadores onde seis são Mato Grosso, sendo duas fazendas de pecuária, uma madeireira, uma destilaria, uma carvoaria e uma empresa de geração de energia, que fizeram 148 escravos, resgatados durante ações de fiscalização empreendidas pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) de Mato Grosso.

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Além do pagamento de multas as empresa passam por penalidades como a impossibilidade de contratar com o poder público e têm o crédito restringido por instituições bancárias, em especial aquelas controladas pelo Governo, como o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal (CEF) e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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