Policiais da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), da Polícia Judiciária Civil, localizaram o suspeito de matar um policial militar e a funcionária de uma Casa de Câmbio, ocorrido na tarde de segunda-feira (24), na Avenida Getúlio Vargas, na região central de Cuiabá.

O suspeito Edilson Pedroso da Silva, 28 anos, foi detido na manhã desta quarta-feira (26), na comunidade Baús, no município de Acorizal, onde estava escondido na casa do pai, depois da tentativa de assalto na Casa de Câmbio, que culminou no assassinato do soldado Danilo César Fernandes Rodrigues, 27 anos, e Karina Fernandes Gomes, 19.

O policial militar foi alvejado por disparo efetuado pelo suspeito, que no revide entre o suspeito e os policiais militares, que estavam na casa de Câmbio, um dos tiros atingiu a funcionária na cabeça. Conforme o delegado que preside a invesitigação, Walfrido Franklin do Nascimento, a perícia ainda deverá confirmar se o disparo que matou a funcionária saiu da arma de um dos policiais militares.

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O delegado também disse que a partir da prisão do autor, a Polícia Civil vai aprofundar as investigações para esclarecer a motivação do crime e se o suspeito teve apoio de outras pessoas. Segundo Walfrido, as investigações priorizaram a prisão do suspeito e que agora iniciará as oitivas de testemunhas, familiares e do segundo policial envolvido na ocorrência, mediante apresentação da Polícia Militar. “A gente trocou as diligências de oitivas por diligências de localização”, destacou.

O delegado também ressaltou que irá requisitar as armas dos militares para realização de perícia de confronto balístico. O delegado aguarda pela decretação da prisão temporária (30 dias) do acusado, requerida ao Poder Judiciário.

Na terça-feira (25), equipes da DHPP e da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), realizaram buscas em três endereços no bairro Jardim Maringá, em Várzea Grande, onde havia informações que o suspeito poderia estar escondido. Em um dos locais, a Polícia Civil confirmou que o suspeito teria passado por lá, mas já estaria escondido em outro lugar.

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O delegado titular da DHPP, Silas Tadeu Caldeira, disse que a Polícia Civil ainda não tem definido se o crime é um homicídio ou latrocínio (roubo seguido de morte).

Mais informações serão repassadas no período da tarde pela DHPP, que ainda está em diligências sobre o caso.

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