Para quem ainda não decidiu se entra ou não de cabeça na pré-candidatura ao governo do Estado, o juiz federal Julier Sebastião da Silva tem se mostrando bem articulado. Na semana passada se reuniu com o governador Silval Barbosa, no final de semana esteve com o deputado estadual Mauri Savi (PR), há duas semanas almoçou em uma peixaria com três secretários de estado filiados ao PMDB e na próxima semana vai se reunir com o presidente do PP, Ezequiel Fonseca e com o presidente regional do Pros, Valtenir Pereira.

Julier tem o prazo limite de 5 de abril para pedir exoneração do cargo de juiz federal.

Até alguns meses atrás ele se fazia de rogado e era muito assediado pelos partidos e agora começou o corpo a corpo logo após o petista e ex-vereador Lúdio Cabral começar a se movimentar para consolidar o seu nome com o candidato do grupo dos 9 partidos – PMDB, PR, PT, PSD, PP, PC do B, Pros e PRB –  da base aliada.

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Nos bastidores, os comentários são de que apesar do juiz ser a melhor opção de fazer frente ao senador Pedro Taques ao discurso da ética e moralidade, ele desagrega mais do que une o grupo. Com a vinda dele, dificilmente o PSD vai permanecer no grupo.

As canetadas de Julier causaram as prisões da secretária estadual de Cultura, Janete Riva, esposa do deputado José Riva, e tantos outros figurões ligados aos partidos da base aliada.

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