A CEF (Caixa Econômica Federal) irá contratar uma empreiteira para concluir as obras do Residencial André Maggi. E, atendendo a solicitação da prefeitura de Rondonópolis, através da Secretaria Municipal de Habitação, decidiu já começar a fazer a análise dos processos encaminhados aos candidatos a uma das 500 casas do residencial, afim de que percam validade.

A informação foi repassada nesta quinta-feira (27) pelo secretário Ildo Rodrigues, que esteve em Cuiabá, na superintendência da CEF em Mato Grosso por determinação do Prefeito Percival Muniz, para cobrar uma definição sobre a conclusão do André Maggi.  “Apesar do residencial envolver o Estado e a Caixa, o prefeito e nós da secretaria de Habitação, queremos ver o problema resolvido o mais rápido possível e as casas finalmente entregues às famílias, que já esperam por muito tempo por este dia”, disse Ildo.

Ele acrescentou que as respostas obtidas na Caixa são animadoras, pois significa que o impasse está se aproximando de um final feliz, “que é o que nós queremos, entregar logo estas casas, pois entendemos que é inadmissível a nossa cidade com uma demanda enorme por moradia ter um residencial travado. Por isso, estamos trabalhando desde o início de 2013 para superar os entraves e agilizar a entrega das casas, que estão mais próximas agora com os últimos encaminhamento da Caixa”.

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De acordo com ele, a superintendência da Caixa informou que ainda não há nome definido para a empreiteira que concluirá as obras. “Mas, a boa notícia é que o levantamento das intervenções e dos valores necessários à conclusão do residencial está pronto e os procedimentos para contratação de uma nova construtora já estão bem encaminhados pela Caixa”, citou Ildo.

“Assim como, a decisão de atender a solicitação e já começar analisar os processos dos candidatos a uma das 500 casas do residencial, pois não correrão mais o risco de perderem validade”, assinalou Rodrigues, considerando também como sendo esta uma outra boa notícia dada pela superintendência.

Ele revelou, ainda, que a expectativa da Caixa é de que no início do segundo semestre deste ano poderá fazer finalmente a entrega das casas aos selecionados. “Vamos continuar cobrando e acompanhando todo o desenrolar da situação do André Maggi, pois queremos ver os problemas solucionados e as obras concluídas o mais rápido possível”.

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ENTENDA O CASO

Iniciado no ano 2008, o residencial, que resultou de uma parceira do Estado com a Caixa Econômica Federal, através do extinto PAR (Programa de Arrendamento Residencial) já deveria ter sido entregue há tempos, mas problemas financeiros da construtora responsável pelo empreendimento, impasses entre os parceiros – Caixa, empreiteira e Governo do Estado – e a falta de garantia de abastecimento de água para as residências, impediram que isso acontecesse dentro do prazo previsto inicialmente.

Ao assumir a prefeitura, a atual gestão vem trabalhando para superar os entraves e agilizar a entrega das casas. Um dos empecilhos para a entrega do residencial, que era a garantia do abastecimento de água, já foi resolvido pelo Sanear. Outro encaminhamento dado para destravar o empreendimento foi fazer a migração modalidade de Venda Direta, já que o PAR foi extinto.

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Segundo ele, outro empecilho para o término das obras e a entrega do residencial também está superado, pois a drenagem e a pavimentação da Rua 10, que divide o Parque São Jorge e o André Maggi, que deveriam ser feitos pela antiga construtora, serão realizados pela prefeitura.

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