A Assembleia Legislativa realiza um estudo, que será apresentado ao Governo do Estado, para realização da leitura biométrica das crianças recém-nascidas como forma de evitar rapto ou troca nos hospitais do estado.

O sistema de leitura biométrica, desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal do Paraná, tem como finalidade identificar as crianças e relacioná-las às mães e assim evitar que o recém-nascido seja trocado ou raptado.

A proposta, do deputado Wagner Ramos (PR), orienta que sejam recolhidas as digitais dos dez dedos das mãos da criança. A partir daí, a identificação do bebê será vinculada à de sua mãe formando um arquivo civil especial.

Em Santa Catarina, Paraná e Pernambuco, onde o sistema já foi abordado, especialistas prevêem que esse modelo deve reduzir os casos de roubo e tráfico de bebês. É que, ao deixar a maternidade, a mãe passará por um identificador biométrico que vai informar se o bebê que ela leva é, de fato, o seu.

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Com a nova tecnologia as crianças passarão a receber um prontuário próprio, com os registros de todos os dedos das mãos e informações sobre a mãe, também evitando que os bebês sejam registrados por pais diferentes.

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