O empresário Eraí Maggi (PP) confirmou que recebeu convite do senador Pedro Taques (PDT) para ser vice-governador na chapa majoritária durante a viagem a uma exposição no município de Não-Me-Toque, no Rio Grande do Sul, que ocorreu de 10 a 14 de março.

“Foi uma coincidência. Eu estava indo de viagem a Não-Me-Toque e estava no aeroporto e daí passou o Otaviano Pivetta e o Pedro (Taques) para abastecer e iam para o mesmo destino. Peguei carona com eles e ele faz o convite para vice, suplência, alguma coisa. Mas eu estava com o intuito que ele, como senador e candidato ao governo tivesse noção do tamanho da feira, que reuniu 40 países e gerou faturamento de R$ 2 bilhões”.

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Eraí também é sondado pelo grupo que está no poder há 12 anos. Para tomar uma decisão a que rumo tomar, primeiro tem que passar pelo crivo do PP, analisar a viabilidade e verificar o apoio ao projeto.

“Isso não é muito diferente de muita lavoura de soja. Tem que olhar uma roça, olhar outra, tem que olhar todas, tem que avaliar todos os pontos, se chove mais em uma, se a outra é mais produtiva. Convite eu tenho e simpatia tenho com bastante pessoas. Estou aqui para somar”.

O empresário disse que com os ideais dele, é discutível que ele vá para oposição ao governo de Silval Barbosa. “Gosto de muitos trabalhos que o governo esta fazendo, a ousadia de trazer investimentos para cá, foi muita coragem do governador Silval. Isso é bom para Mato Grosso”.

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Pacto dos Maggi

Maggi disse que há um pacto dentro da família para que não haja um racha de palanques e a tendência é seguir onde Blairo Maggi está. “Onde ele é pender esse lado será forte. É bacana ver as pessoas com vontade que ele volte a ser governador. Temos pacto na família de estarmos juntos onde ele estiver”.

Devido aos negócios familiares, Eraí diz não ter condições de sair a candidato a governador. Apesar das Sementes Bom Futuro ser uma holding, as operações da empresa ainda são baseadas no nome dele.

“Desde que o pai faleceu há 40 anos sou o líder da família. São 40 anos operando como pessoa física. As operações estão na pessoa física e essa transição demora, são bancos, imposto de renda, muita coisa a ser transferida e implantar uma gestão empresarial, quem sabe nas próximas eleições”.

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