Foto: reprodução
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No dia 11 de setembro de 2001 o mundo assistia perplexo o choque de dois aviões comerciais contra as famosas Torres Gêmeas do Word Trade Center, em Nova Iorque, e o seu posterior desabamento.

Após esses ataques, os americanos convivem com o medo de novos ataques e o terrorismo passou a fazer parte do pensamento de toda uma nação. Neste cenário, frequentar aeroportos, enfrentar longas filas e embarcar nos aviões gerava estresse em muitos passageiros. O simples atraso de um voo, por exemplo, já é motivo de apreensão.

Foi nessa época de tensão que um funcionário do aeroporto de San José, na Califórnia, teve a ideia e pediu a autorização para levar o seu cão para o trabalho com o intuito que ele interagisse com os passageiros que aguardavam os embarques. A ideia foi bem aceita e ampliada, virando um sucesso, pois o impacto da presença desses cães entre os passageiros foi positiva, aliviando o estresse e até mesmo diminuindo o aborrecimento dos viajante em dias de maior lotação. Logo em seguida, os aeroportos de Miami e de Los Angeles copiaram o programa. O sucesso foi tão grande que passaram a contar com 30 cães para recepcionar os viajantes, número que está previsto para aumentar.

Para nós que estávamos acostumados a ver os peludos desempenhar atividades como detectar drogas e explosivos ou ser guia para cegos, eis aqui uma nova função que também vem desempenhando ‘muitíssimo’ bem nos aeroportos americanos há mais de 12 anos.

 

 

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