Pressionadas pela demanda enfraquecida, as cotações do suíno vivo e da carne encerram o primeiro bimestre de 2014 em forte queda, com os recuos chegando a 20% no caso do animal.

Segundo pesquisadores do Cepea, normalmente, o consumo é mais fraco nos primeiros meses do ano por conta dos gastos extras e das temperaturas mais altas. Neste ano, ainda, o calor tem sido mais intenso, reforçando a retração das vendas de carne suína ao consumidor final.

Para março, a expectativa é que o movimento de queda dos preços seja amenizado, principalmente, pela retomada das exportações – historicamente, os embarques de carne suína in natura aumentam de fevereiro para março, apesar de no ano passado terem caído pontualmente por conta do embargo da Ucrânia.

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Do lado da oferta, o volume de animais para abate ainda é considerado restrito, o que pode contribuir para, ao menos, estabilizar os valores internos no próximo mês.

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