O frete dos caminhoneiros em Mato Grosso teve um aumento de 30% após a aprovação que regulamenta a jornada de trabalho. Os dados foram divulgados pela Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (APROSOJA/MT).

Apesar da medida de jornada dos caminhoneiros estarem a dois anos regulamentada trazendo mudanças positivas para o setor, os empresários do segmento dos caminhoneiros pedem a construção dos pontos de parada, que servem como descanso para os motoristas.

De acordo com o presidente do Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas de Mato Grosso (Sindmat), Eleus Vieira de Amorim, a inexistência dos pontos de paradas eleva o custo para os donos das transportadoras, o que acaba impactando no preço do frete. Por outro lado, reduziu o passivo trabalhista das empresas.

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Eleus explica que enquanto não existir a construção dos pontos de paradas, os caminhoneiros são obrigados a usar os postos de combustíveis para o descanso. “O que tem acontecido é que os donos de postos estão investindo nos postos e cobrando de R$ 30 a R$ 100 por veículo para o caminhoneiro passar a noite”.

O representante do setor ressalta que há uma tentativa de derrubar o veto que a presidente Dilma Rousseff colocou na lei que obrigava o governo a estipular os pontos de parada. “A bancada de Mato Grosso está trabalhando para que a medida seja reativada determinando que o governo invista nos pontos de parada”.

 

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