O secretário-geral da Interpol, Ronald Kenneth Noble (2º da direita) fala à imprensa ao lado de outros oficiais enquanto é exibida a foto dos dois suspeitos no desaparecimento do voo MH370, em Lyon, no sul da França (Foto: Philippe Desmazes/AFP)
O secretário-geral da Interpol, Ronald Kenneth Noble (2º da direita) fala à imprensa ao lado de outros oficiais enquanto é exibida a foto dos dois suspeitos no desaparecimento do voo MH370, em Lyon, no sul da França (Foto: Philippe Desmazes/AFP)

A Interpol informou ontem (11) que o desaparecimento do avião da Malaysia Airlines no fim de semana não está ligado a atos terroristas. A hipótese surgiu depois da revelação de que dois passageiros usaram passaportes europeus falsos.

“Quanto mais informação temos, mais somos levados a concluir que não foi um incidente terrorista”, disse o secretário-geral da Interpol, Ronald K. Noble.

Segundo Noble, os dois passageiros com passaportes roubados (um austríaco e outro italiano) são iranianos que viajaram de Doha para Kuala Lumpur com seus passaportes iranianos e só apresentaram os europeus quando embarcaram na Malásia.

De acordo com os nomes nos passaportes iranianos, os passageiros são Pouri Nour Mohammad, 19 anos, e Delavar Seyed Mohammad Reza, 30 anos.

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As autoridades duplicaram o raio de busca em torno do ponto onde o avião desapareceu do radar, sobre o Mar do Sul da China no último sábado (8).

O Boeing 777-200 da Malaysia Airlines, cujo voo MH370 fazia a ligação entre Kuala Lumpur e Pequim, desapareceu sem que tenha sido enviado qualquer pedido de ajuda, de acordo com as autoridades.

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