O terceiro dia do julgamento de Oscar Pistorius, nesta quarta-feira, em Pretória, na África do Sul, foi marcado pela acusação de uma testemunha de que o atleta paralímpico teria pedido para um amigo assumir a culpa em seu lugar por tiro disparado debaixo da mesa de um restaurante no ano passado. Segundo o depoimento do boxeador Kevin Lorena, Darren Fresco assumiu para os donos do local, em seguida, ter disparado a arma acidentalmente.

A principal acusação sofrida por Oscar Pistorius é pelo assassinato de sua namorada, a modelo Reeva Steenkamp no dia 14 de fevereiro. O velocista, no entanto, também viu seu nome envolvido em outro caso policial. Um mês antes da morte de Reeva, o medalhista paralímpico estava mexendo na arma de um amigo em um restaurante de Joanesburgo, quando a pistola disparou acidentalmente.

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A testemunha de acusação Kevin Lerena afirmou nesta quarta, no terceiro dia do julgamento, que ele e outros amigos jantavam no restaurante, quando Pistorius disparou acidentalmente a arma de um dos homens do grupo. Em seguida, teria pedido para Darren Fresco assumir a culpa em seu lugar, já que ele era uma pessoa pública.

– Por favor, assuma a culpa para mim. Tem muita mídia em torno de mim – teria dito Pistorius.
Segundo o boxeador, Darren atendeu ao pedido e assumiu a culpa quando os proprietários do restaurante chegaram no local.

Nos dois primeiros dias de julgamento, vizinhos do paratleta testemunharam ter ouvido gritos femininos antes dos tiros que mataram a modelo Reeva Steenkamp no dia 14 de fevereiro – o velocista alega ter alvejado a namorada por confundi-la com um intruso, mas a promotoria o acusa de premeditar o crime.

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