Agentes que trabalharam na Operação - Foto: Divulgação / PJC
Agentes que trabalharam na Operação – Foto: Divulgação / PJC

Sessenta e cinco quilos de cocaína foram apreendidos neste sábado (01.03), em um sítio, na zona rural de Porto Esperidião. O dono da propriedade, Edilson Teixeira Ramos, 37 anos, foi preso em flagrante por tráfico de drogas. A operação iniciada na tarde de sexta-feira (28), contou com apoio de policiais civis de São José dos Quatro Marcos, Porto Esperidião, Delegacia Regional de Cáceres, com auxílio de agentes da Polícia Federal de Cáceres.
O suspeito era investigado pela Delegacia da Polícia Judiciária Civil de São José dos Quatro Marcos, desde novembro de 2013, quando a polícia recebeu denúncia que o preso atuava como fornecedor de drogas na região.
O suspeito é morador da cidade de Glória D’Oeste e usava o sítio na comunidade Morada do Sol, em Porto Esperidião, para guardar grandes quantidades de entorpecentes, que em seguida eram transportados para região Sudeste do país, em pequenas quantidades para não levantar suspeitas.
Na última quinta-feira (27), as investigações apontaram que Edilson estava movimentando uma grande quantidade de entorpecentes neste final de semana. Diante disso, a delegada Anamaria Machado Costa, coordenadora dos trabalhos, representou junto ao Judiciário de Porto Esperidião, por mandado de busca e apreensão em três propriedades do suspeito.
A delegada informou que quando os policiais chegaram ao sítio para as buscas, encontraram indícios da droga, mas sabia que não estaria em local visível, possivelmente enterrada. Conforme Anamaria, a droga foi localizada em três pontos diferente do sítio, cerca de 500 metros distante um do outro, enterrada em sacos plásticos. “A gente queria pegar 70 quilos, mas quando chegamos lá ele já tinha se desfeito de cinco quilos. O preso acabou confessando que havia vendido cinco tabletes no dia anterior”, detalhou a delegada.
A mulher do suspeito também foi detida, mas foi inocentada pelo marido, que alegou que ela não tinha conhecimento e frequentava muito pouco a propriedade. Ela foi ouvida em declaração e liberada. “Tanto a Polícia Federal como a Civil tinham conhecimento que suspeito era um traficante forte na região”, disse a delegada.
“Os trabalhos somente foram frutíferos, devido integração e troca de informações entre a Polícia Judiciária Civil e Polícia Federal”, finalizou Anamaria Machado.

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