Após quatro dias de recesso, o julgamento de Oscar Pistorius foi retomado nesta segunda-feira com o testemunho de mais uma vizinha do atleta paraolímpico. Anette Stipp afirmou que havia luz na janela do banheiro onde ocorreu o crime – o que contradiz a versão do velocista de que a escuridão no local gerou a confusão de Reeva Steenkamp com um intruso.

A testemunha narrou que ouviu dois grupos de disparos por volta das 3h da manhã do dia 14 de fevereiro de 2013 e, entre eles, as vozes distintas de um homem e uma mulher gritando.

Quando foi à varanda observar a rua para ver o que tinha acontecido, notou que outras duas casas vizinhas à de Pistorius estavam com as luzes acesas, assim como a janela do banheiro onde Reeva foi morta. As informações são da rede britânica BBC.

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– Definitivamente houve uma mulher gritando por um período. Você poderia claramente ouvir duas vozes diferentes – disse Anette, cujo marido também foi ouvido como testemunha anteriormente.

A defesa do sul-africano insiste na tese de que, quando grita, Pistorius fica com a voz muito estridente, podendo ser confundida com um timbre feminino.

Na quarta semana de duração, o julgamento de Pistorius vai se estender até o dia 16 de maio. Neste domingo, o Tribunal confirmou um recesso entre 5 e 13 de abril. A previsão inicial era que a sentença fosse dada no dia 20 de março. Caso seja considerado culpado, o sul-africano pode pegar pena de 15 anos à prisão perpétua, com direito a solicitar liberdade condicional depois de 25 anos.

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