O vereador Rodrigo da Zaeli (PSDB) esteve na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) para fiscalizar as obras que estão sendo realizadas no local. O espaço antes operava com três lagoas, coletando 28% dos resíduos efluentes da cidade. Hoje a ETE atende 52% da cidade, pois passou a operar com cinco novas lagoas. As antigas serão reformadas e segundo informações do Sanear, essa medida vai garantir a ativação de 90% das redes instaladas.

O tratamento feito na atual captação é de forma biológica, ou seja, com microrganismos vivos que proporcionam a aceleração do processo de degradação e a diminuição do odor dos efluentes. No mesmo espaço está sendo construído um laboratório provisório (Container) para análise aleatória, que possibilitará a verificação dos resíduos que chegam por meio de caminhões que realizam a limpeza de fossa séptica.

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Segundo informações do Sanear, a obra era para ter sido entregue em dezembro de 2013, mas não depende somente do município, pois faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), aguardando assim o repasse de recursos federais.

Rodrigo da Zaeli comenta que o sistema biológico não funciona de imediato, demorando de 3 a 6 meses para que os microrganismos comecem a trabalhar de forma correta. “Esse novo sistema implantado pelo Sanear favorece e muito os moradores da região, pois mesmo não sendo algo imediato, quando em funcionamento total vai diminuir o mau cheiro que o local exala. Motivo de muitas reclamações dos moradores da região”, exemplifica.

FISCALIZAÇÃO 

O legislador explica que vai continuar exercendo seu papel fiscalizador, cobrando da administração municipal o término da obra. Rodrigo da Zaeli afirma ainda que vai solicitar ao Secretário Municipal de Meio Ambiente que cobre o EIA/RIMA da empresa que construiu o residencial Maria Fiúca e Magnólia. No momento da obra a empresa degradou e desmatou o terreno, colocando em risco as casas que foram instaladas na margem do barranco. “O problema provocado pela empresa acaba influenciando na proliferação do odor provocado pela ETE, pois se o espaço fosse arborizado, faria uma barreira natural no local”, conclui.

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