O vereador Thiago Silva (PMDB) propôs através de projeto de lei n°02/2014, que seja criado no município de Rondonópolis o serviço telefônico denominado “Disque dependente químico” com a finalidade de orientar dependentes químicos e seus familiares.

No projeto a Secretaria Municipal de Saúde, com auxílio da Secretaria Municipal de Promoção e Assistência Social, disponibilizará uma linha 0800 com o objetivo de ofertar um serviço de qualidade em busca de prevenção de novos casos dentro das famílias, bem como na orientação e no tratamento dos dependentes químicos que queiram se libertar da dependência.

As duas Secretarias deverão também proporcionar informações sobre a localização de centros de tratamentos públicos ou privados devidamente cadastrados no município ou na Secretaria Nacional de Políticas sobre drogas e outras informações correlatas.

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Segundo Thiago Silva, o serviço a ser implementado deverá ter dois níveis de atendimento conforme a complexidade da situação a ser identificada pelo atendente. “Em um primeiro momento o atendente fará uma triagem do caso, disseminando as informações básicas, possibilidades e locais existentes para o devido tratamento. Em um segundo nível, deverá ser transferida a ligação para um especialista da área afim o qual precederá o agendamento da visita de equipes multidisciplinares, compostas por psicólogo, assistente social e agentes sociais.

Que iniciarão um trabalho de orientação presencial de aconselhamento, auxiliando no seu direcionamento para aceitação do tratamento, bem como, quando de sua aceitação e grau de vulnerabilidade social, auxiliar intermediando na busca de clínicas, comunidades terapêuticas e casas de apoio”, explicou o vereador.

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Para Thiago os males das drogas atingem todas as classes sociais e acabam por destruir diversas famílias. “A droga, em especial a nossa região tem crescido assustadoramente e não é apenas uma questão de saúde, mas também de segurança pública. Com a exigência do aprimoramento dos mecanismos de identificação dos casos e da oferta de ajuda preventiva e do tratamento, auxiliando as famílias, principalmente aquelas que vivem em situação de vulnerabilidade social em muito contribuirá na mudança desta triste realidade. O que torna, portanto, matéria de responsabilidade da sociedade com um todo, sobretudo, do poder público e suas esferas superiores”, justificou o autor do projeto de lei.

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