Na última sessão extraordinária da Assembleia Legislativa, realizada esta semana, foi debatido o futuro do Instituto de Assistência à Saúde do Servidor do Estado de Mato Grosso – MT Saúde, que foi criado pela Lei Complementar nº 127 de 11/07/2003, como autarquia de personalidade jurídica de direito público. O deputado Emanuel Pinheiro (PR) reivindicou a votação da matéria do MT Saúde para SUa consolidação no Estado.

“São milhares de vidas dependendo do plano de saúde. Temos que garantir atendimento de qualidade e uma ampla rede credenciada de hospitais e médicos”, destacou. O parlamentar lembrou ainda a importância da Instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que foi decisiva para evitar o fechamento do MT Saúde.

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“Faltava ao Governo do Estado um projeto de reestruturação para consolidá-lo novamente no mercado e resgatar a credibilidade dos servidores atendidos e da rede hospitalar credenciada para realização dos atendimentos sem medo de levar calote”, pontuou.

O deputado José Riva (PSD) compartilhou a mesma opinião e defendeu a importância da votação da matéria. O parlamentar Dilmar Dal´Bosco (DEM) explicou que a grande maioria dos servidores do Estado não tinha plano de saúde, o que levou o governo a criar o MT Saúde para atender os servidores e seus familiares. O parlamentar e 2º secretário lembrou que além da votação da matéria, duas emendas de autoria do deputado José Domingos Fraga (PSD), que não foram acatadas, também precisam ser votadas para que o servidor não passe pelo período de carência. “É o mínimo que os servidores merecem”, pontuou.

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O presidente Romoaldo Júnior (PMDB) concordou que é preciso celeridade e definiu que a votação ocorrerá após a eleição do novo presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação prevista para a próxima terça-feira (22). O MT Saúde deverá ser o primeiro projeto a ser votado.

Outra pauta discutida pelos deputados Emanuel Pinheiro (PR) e José Domingos Fraga (PSD) trata-se da precariedade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU. Os parlamentares destacaram que a sala de descanso dos profissionais não tem ar condicionado e eles trabalham sem os equipamentos necessários. “Eles merecem todo reconhecimento pelo trabalho que realizam diariamente de urgência e emergência. Queremos que o secretário de Saúde de mais atenção à esses profissionais. Não podemos deixar que esse programa de defesa a saúde possa se esfacelar”, finalizou Pinheiro.

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A próxima sessão ordinária será realizada na terça-feira (22) em horário regimental.

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