Kaic Oliveira Fascini, 20 anos, Luís Henrique Borges dos Santos, 19 anos e Wilson Alves Gonçalves, 23 anos - Foto: Montagem / AGORA MT
Kaic Oliveira Fascini, 20 anos, Luís Henrique Borges dos Santos, 19 anos e Wilson Alves Gonçalves, 23 anos – Foto: Montagem / AGORA MT

Já faz mais de seis meses que os três amigos Kaic Oliveira Fascini, 20 anos, Luís Henrique Borges dos Santos, 19 anos e Wilson Alves Gonçalves, 23 anos estão desaparecidos e o caso ainda continua sem solução. Com tanto tempo de desaparecimento a hipótese de que eles estejam mortos está cada vez mais forte.

De acordo com o delegado Vinícius Prezotto, responsável pelo Departamento de Crime Contra a Pessoa (DCCP) em Rondonópolis, o inquérito foi encaminhado ao Fórum e depois repassado ao delegado responsável pela cidade de Poxoréu, que foi o último lugar onde os meninos foram vistos.

Em conversa com o delegado responsável por Poxoréu, Rafael Fossari, ele afirmou que o inquérito chegou até ele há menos de 30 dias e que a partir de agora começam as investigações. Uma conversa com a família deve acontecer amanhã (23) para obter mais informações sobre os jovens. Um fato que também será investigado pelo delegado é a informação de que os amigos teriam sido parados por uma barreira policial no município.

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O delegado afirmou ainda que a investigação é muito complexa, pois desde o desaparecimento nenhuma nova pista apareceu e a passagem pela cidade foi muito pequena por isso as informações são poucas. A hipótese de homicídio também não está descartada.

ENTENDA

Os três jovens sumiram na noite do dia 14 de Outubro de 2013. Na data, os familiares dos jovens contaram que Luís Henrique Borges dos Santos, teria pegado o veículo do pai, passado na casa dos amigos e seguido viajem para Primavera do Leste, há 130 quilômetros de Rondonópolis, porém nenhum deles avisou aos parentes para onde iriam.

Ainda na cidade, jantaram na casa da tia de um deles e na mesma noite retornaram. Conforme os familiares, ao passar por Poxoréu, Kaic avisou um primo, via ‘Watsapp’, que estaria passando pela cidade. Na noite do sumiço, ambos os jovens não disseram as famílias para onde iriam.

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Dez dias depois do desaparecimento, um dos jovens, Kaic Oliveira que já tinha extensa ficha criminal, seria preso na mega ‘Operação Ad Sumus’ do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco). A operação tinha como intenção prender pessoas envolvidas com o Primeiro Comando da Capital (PCC). Na época a Polícia Militar descartou a hipótese de eles terem fugido em função da operação, já que era muito sigilosa.

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