O vereador Reginaldo Santos (PPS) afirmou na reunião que ocorreu nos últimos dias na Associação Comercial e Industrial – Acir e na última sessão ordinária, que o projeto de fiscalização eletrônica do trânsito, que engloba radares, lombadas eletrônicas e avanços semafóricos, foi discutido com a sociedade civil organizada, por meio de membro de entidades  representativas da cidade, que em 2011 faziam parte de uma comissão especial que foi responsável por diversos debates e audiências públicas ondem todos foram favoráveis a implantação do sistema.

De acordo com o parlamentar, em maio daquele ano foi aprovado um relatório oficial, fruto de um trabalho que durou meses, onde já era prioridade requisitada ao Executivo Municipal a implantação de uma estrutura como a que está sendo montada agora. A comissão tinha mais de 15 membros de agremiações locais como a Secretaria de Transporte e Trânsito – Setrat, Câmara de Dirigentes Lojistas de Rondonópolis – CDL, Associação Comercial e Industrial de Rondonópolis – ACIR, Rotary Club Rondonópolis, Lions Clube, Condivo, Associação dos Mototaxistas, Sincavir, 2° Ciretran, Promotoria de Justiça de Rondonópolis, OAB/MT – 1° subseção Rondonópolis, Uramb, 5° Batalhão da Polícia Militar, Associação de Transporte de Cargas – ATC e Cidade de Pedra.

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A mesa diretora da época, comandada por Ananias Filho (PR), indicou os vereadores Reginaldo e Olímpio Alvis (PR) para serem os coordenadores do trabalho. Mesmo já fazendo quase três anos de relatório finalizado, o vereador analisa que as demandas são as mesmas e lembra que uma audiência pública em 12 de março de 2013 o estudo de 2011 foi referendado e revalidado na Câmara.

“O trabalho que foi feito no passado elencou pilares de intervenção urgente do poder público que destaca a educação preventiva, fiscalização e o investimento em engenharia como sendo os três focos principais para atacarmos e mudar em curto, médio e longo prazo a realidade triste do nosso trânsito”, pontuou.

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Reginaldo ainda ressalta o trabalho do relator da comissão e atual presidente do GGI local, Anderson Rocha, na ocasião atuante no grupo pela OAB. O socialista ainda recorda que foram feitas várias viagens de estudo para que fosse retirado os moldes de projetos eletrônicos de fiscalização que já deram certos em outros centros. “Fomos, por exemplo, para Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, e de lá trouxemos experiências fundamentais para embasar o relatório oficial (…) Tivemos o cuidado de rastrear os pontos com maior incidência de acidentes em Rondonópolis, respeitando a realidade de nossa cidade para definir nosso estudo”, reiterou.

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