“Durante 2013, as Farc puseram bombas, assassinaram, sequestraram, usaram explosivos e lançaram ataques contra prédios públicos e civis [sabotagem de infra-estrutura]. Além disso, as Farc usaram minas antipessoais de maneira indiscriminada e há provas bem documentados de sua participação com o narcotráfico, o que inclui os cultivos, distribuição e tráfico de drogas”, aponta o texto.

O relatório indica que houve um decréscimo na quantidade de membros, não só das Farc, como de outros grupos, como o Exército da Libertação Nacional. A quantidade de guerrilheiros caiu 23% no ano passado, segundo o documento em parte pela morte de integrantes, abatidos em operações militares ou capturados.

Também houve aumento de 18% na quantidade de desmobilizações de guerrilheiros no ano passado, em comparação a 2012. Também houve aumento de 18% na quantidade de desmobilizações de guerrilheiros no ano passado, em comparação a 2012.

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Para o Departamento de Estado, a redução na quantidade de guerrilheiros e as deserções ocorreram, em parte pelo melhoramento nas relações entre a Colômbia, o Equador e a Venezuela – o que se traduziu na elevação dos níveis de cooperação entre estes países.

As Farc são consideradas uma organização terrorista pelo governo dos Estados Unidos, do Canadá e pela União Europeia. O Brasil, a Argentina e o Chile não aplicam esta classificação, a Venezuela classifica a guerrilha como “força beligerante”. A Colômbia, embora já tenha classificado as Farc, como organização terrorista, atualmente admite a existência de um conflito armado e tem se referido à organização como “grupo armado ilegal”.

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