Como diriam os “mais antigos” não devemos ir com muita sede ao pote e está máxima acabou se tornando real para o Partido da República (PR), que na ânsia de ter o seu presidente regional,  Wellington Fagundes, candidato ao senado a todo custo, acabou tropeçando nas próprias pernas e agora não encontra espaço para qualquer tipo de coligação.

Até dois meses, Fagundes era tido como candidato eleito, mas a série de exigências feitas pelo PR e o “pé em duas canoas”, acabou inviabilizando o seu projeto, e já circula nos bastidores políticos da capital que agora a única saída para o PR é se agarrar aos cargos conseguidos no governo Silval Barbosa (PMDB), levar Fagundes mais uma vez a reeleição e fechar uma chapa para a Assembleia que tornará o PR um partido forte na próxima legislatura com a possibilidade de barganhar novos cargos no próximo governo, seja lá ele quem for.

Leia também:  Assembleia vai decidir o futuro do prédio da Uramb

Dentro do PR, deputados e secretários estão descontentes, uns porque Fagundes queria a qualquer custo ser candidato ao Senado e isso causou profundo desgaste entre o partido e a base aliada, outros já defendem que o caminho da partido seria a oposição reclamam que o presidente regional da sigla só prensa no seu projeto pessoal e que isso inviabilizou a migração do partido para oposição.

O fato é que a articulação de Wellington Fagundes deixou o PR numa sinuca de bico e agora entre os republicanos já existe o clima de salve se quem puder.

Advertisements

Comentários

*Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do site.