Num exercício de ilações políticas pode-se dizer que Rondonópolis pode vir a ter futuramente três senadores com domicílio eleitoral no município. O primeiro deles é Blairo Maggi (PR), que apesar de ter perdido um pouco do vínculo com a cidade, após a transferência da sede da Amaggi para Cuiabá, ainda continua votando na Escola Estadual Sagrado Coração de Jesus e sua família mantém raízes no município.

Caso o senador Pedro Taques saia vencedor na disputa eleitoral deste ano, o policial rodoviário federal José Antônio Medeiros (PPS) deve assumir a suplência e ocupando o cargo de senador pelos próximos quatro anos.

Por sua vez, o deputado federal Wellington Fagundes (PR) vislumbra a possibilidade de disputa a única vaga ao senado. Embora o DEM faça parte do bloco de oposição ao governo Silval Barbosa, o grupo de Taques sonha com Fagundes como candidato ao senado.

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Na base aliada, o PR faz ameaças veladas de rompimento já que o PMDB não ‘larga o osso’ e bate o pé querendo a vaga de candidato ao governo ou ao senado. Após a saída oficial de Blairo Maggi da disputa, a alternativa mais viável é a candidatura de Lúdio Cabral. Com essa composição, Julier seria o candidato ao senado, dificilmente, os republicanos vão se conformar com candidatura de vice-governador.

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