Depois de deixar a Mercedes ao final de 2013 para aproveitar um ano sabático, Ross Brawn foi visto visto nesta semana na fábrica da Ferrari, em Maranello, e no circuito da escuderia em Fiorano. A visita levantou rumores sobre sua volta ao time italiano. No entanto, o britânico, um dos pilares da “Era-Schumi” – época dominante da Ferrari no início da década de 2000 – afirmou à rede britânica BBC que estava na região apenas a passeio com um grupo de amigos, testando carros da marca, visitando pontos turísticos e “o maior número de vinícolas possíveis”. Um porta-voz da Ferrari confirmou as palavras do ex-dirigente e ressaltou que o tour havia sido programado há um tempo.

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Em 2014, a Ferrari tem sofrido para acompanhar os excelentes carros da Mercedes – fruto do trabalho de Brawn na escuderia alemão – nesta nova era de recuperação de energia e eficiência de combustível. Após um fraco início de temporada, Stefano Domenicali jogou a toalha e deixou o posto de chefe de equipe, dando lugar a Marco Mattiacci, chefe da divisão de carros de rua da América do Norte.

Brawn é um dos dirigentes mais vencedores da história da Fórmula 1. Comandante da Benetton nos dois títulos de Michael Schumacher, em 1994 e 1995, ele seguiu com o alemão para a Ferrari, sendo um dos pilares da impressionante “Era Schumi” de 2000 e 2004. Em 2009, assumiu o espólio da Honda e montou a BrawnGP, protagonizando um sucesso meteórico, no qual faturou os títulos de pilotos com Jenson Button e de equipes, para, um ano depois, vender o time para a Mercedes, assumindo o posto de chefe.

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