A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou a captação de empréstimo de R$ 664 milhões junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para os investimentos iniciais de conservação, recuperação e ampliação da BR-163. Ela esclareceu que a rodovia está no Programa de Exploração de Rodovia (PER) e que a concessionária Rota do Oeste, do grupo Odebrecht Transport passar a ‘gerenciar’ 800 km, de Sinop a divisa com Mato Grosso do Sul. As ações a serem feitas, como duplicação, estão previstas no contrato.

A concessionária já começou a duplicação, na região de Rondonópolis, e quer encerrar os trabalhos em 453 quilômetros no prazo de cinco anos. A estimativa foi apontada nas recomendações feitas ao usuários, com o início das ações, até o terminal multimodal da América Latina Logística. Este trecho compreende cerca de 22 quilômetros de traçado. Ao mesmo tempo, é pretendido acelerar os trabalhos de recuperação nos trechos entre o Posto Gil e Nova Mutum e também no contorno da rodovia em Cuiabá.

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A Odebrecht arrematou o trecho em Mato Grosso com tarifa do pedágio de R$ 0,02638 por quilômetro (ou R$ 2,638 para 100 quilômetros rodados), deságio de 52,03% em relação ao teto de R$ R$ 0,055.

Até agosto, a Agência também sugestões públicas sobre a concessão dos 976 quilômetros da BR-163, de Sinop ao porto de Miritibuba, no Pará, anunciada em janeiro. A autarquia apontou que elas podem ser enviadas por meio de formulário disponível em seu site ou via correspondência, até 1º de agosto e serão utilizadas na elaboração de estudos dos projetos pelas empresas interessadas.

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